Processo TIG:
A sigla TIG (Tungsten Inert Gas) é a denominação dada ao processo de soldagem que utiliza eletrodos de tungstênio em atmosfera de gás inerte.

A soldagem TIG pode ser utilizada em uniões que requeiram peças soldadas de altíssima qualidade e na soldagem de metais altamente sensíveis a oxidação (como titânio e alumínio). Seu uso mais freqüente é em aços resistentes ao calor, aços inoxidáveis e alumínio. É também utilizado para aços comuns e ligados para espessuras pequenas e médias.

Com a utilização de metal de adição pode-se soldar chapas espessas, principalmente em ligas leves e aços inoxidáveis. As maiores vantagens do processo TIG são estabilidade e concentração do arco elétrico, o que significa poder utilizá-lo em todas as posições de soldagem e tipos de junta, além do bom aspecto do cordão de solda (acabamento suave e liso). Além disso, este método de soldagem se caracteriza pela ausência de respingos e escórias (evitando trabalhos posteriores de limpeza) e por sua aplicabilidade em espessuras mais finas (a partir de 0,3 mm). A soldagem TIG pode ser utilizada com ou sem material de adição.
Processo MIG/MAG:
MIG (Metal Inert Gas) é a denominação que se dá ao processo que utiliza um arco em atmosfera de gás inerte que arde visível entre a peça e um eletrodo nu consumível . No caso de ser usado gás ativo, denomina-se o processo de MAG (Metal Active Gas). Nos Estados Unidos, o processo é conhecido como GMAW (Gas Metal Arc Welding).

O uso do processo MIG/MAG é cada vez mais freqüente, sendo um dos métodos mais utilizado na Europa Ocidental, Estados Unidos e Japão. Isto ocorre devido a sua elevada produtividade e facilidade de automação. Pode-se afirmar que a flexibilidade é a principal característica do processo MIG/MAG, pois permite soldar aços de baixa liga, aços inoxidáveis e alumínio, em espessuras a partir de 0,5 mm, em todas as posições de soldagem. O MIG/MAG é um processo de soldagem compatível com todos os requisitos de proteção ambiental.
Processo Eletrodo Revestido:
O Processo Eletrodo Revestido é o mais usado, devido a sua versatilidade, indicado para soldagem de aços. Os ingredientes que formam o revestimento são triturados, dosados e misturados até a obtenção de uma massa homogênea. A massa é conformada sobre as varetas metálicas, com comprimentos padrão a partir de 300mm. Em seguida o revestimento de uma das extremidades é removido para permitir o contato elétrico com o porta-eletrodo. A tomada de corrente portanto é feita numa extremidade e o arco arde na outra. A escolha dos ingredientes do revestimento determina o resultado desejado, como eletrodos básicos, ácidos.

Nenhum aço é lançado no mercado sem que antes existam eletrodos revestidos aptos a soldá-lo. Por esta razão existe uma grande variedade de eletrodos revestidos à disposição dos usuários, o que não ocorre com os outros processos de soldagem a arco com eletrodos consumíveis.
Processo PTA:
O processo de soldagem de plasma por arco transferido é baseado no uso de um arco de plasma de alta densidade como fonte de energia para fundir um pó metálico de aporte, sobre a peça. Esta ação permite a aplicar ligas metálicas, superligas e composites sobre praticamente qualquer material base, conferindo propriedades de resistência á corrosão, erosão e desgaste, inclusive em temperaturas elevadas.

Algumas das vantagens encontradas no processo são a alta qualidade dos depósitos, livres de poros e trincas; baixa diluição e alta qualidade metalúrgica dos materiais aportados; altas taxas de deposição; operação automatizada de alta reprodutibilidade e confiabilidade; grande controle do perfil de deposição; possibilidade do uso de ligas especiais disponíveis somente em forma de pó.

Aplicado em camadas de 0,1mm até mais de 6 mm, apresenta acabamento liso, o que reduz de forma muito importante o desperdício de material, o custo em ferramentas e tempo de usinagem de acabamento.

Apesar da grande intensidade de energia térmica aplicada na região do deposito, baixa quantidade de calor é transferida para a peça, já que esta energia é consumida pelo material de aporte consequentemente há uma rápida solidificação do depósito, resultando em uma microestrutura mais refinada, com ganho de propriedades mecânicas e resistência a corrosão facilitando a usinagem.
Estampos de Corte, Dobra e Repuxo.
Estampos de Corte, Dobra e Repuxo nos Materiais: VD-2, VC-131, M-2.

Moldes e Matrizes para Injeção.
Moldes e Matrizes para Injeção de Termoplástico nos Materiais: H-13, P-20, VND, VC-150, 1045, 1020, D-2, VC-131 e Aços Ferramentas em Geral.

Produção em série de peças.
Moldes e Matrizes para Injeção de Termoplástico, Termofixo e Sopro em Materiais Não-Ferrosos: Cobre Berílio, Ampco Alumínio, Latão, Bronze.

Recuperação de Engrenagens.
Recuperação de Engrenagens, Eixos, Excêntricos, Bielas, Pistões e Componentes de Prensas em Geral em Aço Forjado, Ferro Fundido e suas ligas.

Revestimentos duros anti-desgaste.
Revestimentos Duros Anti-desgaste em Peças Técnicas de Alto Impacto e Abrasívo.

Revestimentos em geral.
Aplicação e Revestimento em stellite inox 410 e revestimentos em geral.

Caldeiraria.
Construção de estruturas metálicas, chapas calandradas e ou oxicortadas.

Em breve.